Finalmente assisti um filme sozinha em cinema de São Paulo, já que estou saindo cedo mesmo... É legal, mas queria ter alguém pra comentar o filme, e não tenho. Vi um filme que ninguém viu, "É Proibido Fumar" (sim, aquele com o Paulo Miklos, hehe). Muito legal, engraçado, ri bastante. Divertido sair sozinha por São Paulo, como tenho feito. Mas muito melhor com boas companhias.
Algumas pessoas tem convivido um pouco mais comigo por esses dias. Boas companhias são sempre bem vindas, e continuem!!
Ainda estou me acostumando com novas realidades, tenho fases de crises, fases de calmaria. Estou numa calmaria agora. Só não sei até quando, hahhahaha. Sabe como é, a pessoa que vos escreve é levemente depressiva.
Ando conversando com pessoas, vendo minhas atitudes, meus defeitos imensos e complicados, minhas virtudes (sim, até tenho algumas)... é engraçado ver como a gente se repete, segue padrões mesmo sem querer. Sigo meu padrão, e às vezes até consigo sair dele, mas nem sei se quero mesmo. Quero e não quero. Aliás, quero e não quero querer tanta coisa...
O mar faz muita falta. Fez uma falta imensa na última sexta-feira, mas eu dei um jeito e trouxe o mar pra mim, de alguma forma. Gosto de me sentir pequena diante do tamanho do mar, e ter a certeza do quanto eu sou minúscula perto do mundo. E se eu sou pequena, meus problemas também são. Então, porque levá-los tão a sério, não é?
Não vou lutar contra o que sinto, não adianta. Mas quero lembrar que sou pequena, e que tanta coisa é mais importante do que eu que não devo levar tudo a ferro e fogo. Quero ser mais... Dadaísta:
Para Fazer Um Poema Dadaísta - Tristan Tzara
Pegue um jornal
Pegue a tesoura.
Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.
Recorte o artigo.
Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.
Agite suavemente.
Tire em seguida cada pedaço um após o outro.
Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.
O poema se parecerá com você.
E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.
INVENTÁRIO DE PERDAS
Há 7 meses