Queria dizer tanta coisa aqui... e não quero, ao mesmo tempo.
A Fuvest, por ora, acabou. E eu ainda não tenho nem idéia se esse tempo de estudo pela metade valeu a pena ou não. Espero que sim. Até tenho um plano B ("I always have a plan" - Ben, em Lost), mas é que gosto tanto do plano A, sabe? Tenho medo de não dar certo, fiz o que pude nas provas, mas não sei se o que eu pude é suficiente. E essa espera acaba apenas perto do meu aniversário, lá pelo dia 20 de março. Vamos ver se o inferno astral vira paraíso.
Pelo menos agora posso ler o monte de livros não vestibulandos que comprei, ver seriados e filmes, sem me sentir culpada por estar trocando momentos de estudo por lazer, hehe. Com isso, a caixa de Friends vai acabar rapidinho.
Ainda me sinto sozinha, e essa sensação ficou mais específica ontem no início da noite. Mas não vou ficar aqui falando disso de novo, porque não quero e não consigo mais, ao menos por enquanto. Se eu me recuperar, quem sabe?
A casa em que moro voltou a ter habitantes, haha. Tava estranho ver quase ninguém na república, agora tenho de volta companheiros pra ver televisão... o problema é que começou o BBB, e não tenho lá muito paciência pra isso.
O boletim de notícias fica por aqui. Nos vemos aí, quando eu conseguir voltar pra cá. É a minha inconstância de publicações no blog - só escrevo quando meu coração permite. Às vezes isso aqui serve como alento, mas ultimamente meu coração anda pesado em demasia.
Chico Buarque - Bye, bye, Brasil (paixão por essa pessoa!)
Oi, coração
Não dá pra falar muito não
Espera passar o avião
Assim que o inverno passar
Eu acho que vou te buscar
Aqui tá fazendo calor
Deu pane no ventilador
Já tem fliperama em Macau
Tomei a costeira em Belém do Pará
Puseram uma usina no mar
Talvez fique ruim pra pescar
Meu amor
No Tocantins
O chefe dos parintintins
Vidrou na minha calça Lee
Eu vi uns patins pra você
Eu vi um Brasil na tevê
Capaz de cair um toró
Estou me sentindo tão só
Oh, tenha dó de mim
Pintou uma chance legal
Um lance lá na capital
Nem tem que ter ginasial
Meu amor
No Tabariz
O som é que nem os Bee Gees
Dancei com uma dona infeliz
Que tem um tufão nos quadris
Tem um japonês trás de mim
Eu vou dar um pulo em Manaus
Aqui tá quarenta e dois graus
O sol nunca mais vai se pôr
Eu tenho saudades da nossa canção
Saudades de roça e sertão
Bom mesmo é ter um caminhão
Meu amor
Baby, bye bye
Abraços na mãe e no pai
Eu acho que vou desligar
As fichas já vão terminar
Eu vou me mandar de trenó
Pra Rua do Sol, Maceió
Peguei uma doença em Ilhéus
Mas já tô quase bom
Em março vou pro Ceará
Com a benção do meu orixá
Eu acho bauxita por lá
Meu amor
Bye bye, Brasil
A última ficha caiu
Eu penso em vocês night and day
Explica que tá tudo okay
Eu só ando dentro da lei
Eu quero voltar, podes crer
Eu vi um Brasil na tevê
Peguei uma doença em Belém
Agora já tá tudo bem
Mas a ligação tá no fim
Tem um japonês trás de mim
Aquela aquarela mudou
Na estrada peguei uma cor
Capaz de cair um toró
Estou me sentindo um jiló
Eu tenho tesão é no mar
Assim que o inverno passar
Bateu uma saudade de ti
Tô a fim de encarar um siri
Com a benção de Nosso Senhor
O sol nunca mais vai se pôr
INVENTÁRIO DE PERDAS
Há 9 meses
Nenhum comentário:
Postar um comentário